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09/08/2020 15:08

Como eu escrevi os meus 3 LIVROS

Quando eu cheguei no Brasil em 2013 e comecei a me adaptar com o lugar, percebi que existiam algumas diferenças na minha área profissional. 

 

Por exemplo, vindo da Inglaterra e tendo trabalhado na área clínica lá por 10 anos, eu estava acostumada com psicoeducação prontamente acessível a todos os níveis socioeconômicos. Na Inglaterra você é continuamente bombardeado com informações sobre qual terapia é a melhor indicada para seu problema, sobre como funcionam remédios psicotrópicos, e sobre como você deve escolher o seu profissional. 

 

E falando sobre os profissionais. Na Europa o nível de controle de qualidade na área de desenvolvimento pessoal (tanto psicologia quanto coaching) é rigoroso. É necessário constante crescimento profissional, filiação a universidades, treinamentos e supervisão, bem como seguro profissional (nada barato, por sinal). Um terapeuta ou psicólogo não ganha respeito automático só porque está vestindo um jaleco branco, e nem se chama (e muito menos é chamado) de DOUTOR sem ter um DOUTORADO. Consumidores são EDUCADOS em como entrevistar os seus profissionais, e sabem fazer perguntas certas para discernir o charlatanismo (claro, existe lá bem como em qualquer outro lugar). 

 

Outra coisa que era bem normal na Inglaterra: literatura SÉRIA e RESPEITÁVEL de autoajuda, baseada em evidências científicas e realmente eficaz para níveis baixo e moderado da grande maioria de problemas comuns. 

 

Isso era na Inglaterra. Mas quando eu comecei a ver as mesmas questões no Brasil, percebi pelo menos três tendências que me chocaram: 

 

  1. Altíssimo nível de ignorância na população em geral sobre assuntos de psicoterapias, medicamento psicotrópico e outros temas parecidos.
  2. Falta de cobrança pela especialização dos profissionais da área. Parecia haver uma crença de que ter apenas o diploma de faculdade já era o suficiente. Resultado disso, prazos de tratamento contados em ANOS e não em MESES como era comum para mim.
  3. Como consequência dos primeiros dois pontos, a literatura que existe para autoajuda é “light”, mistificada e compreensivelmente banalizada.

 

Falo sobre algumas dessas tendências nesse vídeo: 

 

 

 

Enquanto eu estava vendo essas tendências, comecei a criar o meu próprio nicho de trabalho e a minha empresa que focaria em treinamentos, avaliações e processos particulares de coaching executivo e profissional. Percebi uma necessidade grande de suplementar meu trabalho com recomendações de leitura, workbooks etc. Para quem falava inglês, eu tinha dezenas de recomendações de fontes confiáveis e testadas.

 

Agora, para os meus clientes que não tinham acesso a literatura em inglês, eu não tinha nada sólido para indicar. Foi por isso que resolvi montar os meus próprios materiais.

 

O primeiro foi o Manual de autoajuda baseado puramente em técnicas da psicologia cognitivo-comportamental em que eu sou especializada, chamado de “Vamos Falar Sobre Depressão”. O Manual foi criado com o propósito de ter uma referência para meus clientes corporativos que precisavam dessas informações mas que não iam focar nesse ponto dentro do processo de coaching comigo. 

 

 

O Manual foi tão apreciado, que logo eu expandi e o revisei ele de maneira que poderia ser produzido para um público maior e não somente para os “de casa”.

 

Logo depois, resolvi fazer algo diferente. Eu tinha em mente um recurso que serviria para todas as idades, todos gostos e todos níveis de “vida corrida”. Ou seja, tinha que ser algo objetivo, direto ao ponto mas ao mesmo tempo explicativo e imediatamente útil, sem precisar de muito “investimento” emocional ou de tempo por parte do leitor.

 

Então, nasceu a ideia de um livro diagramado. Passei vários meses trabalhando com um designer para deixar da maneira que imaginei. Desenhava a mão e ele transformava aqueles rabiscos em lindas ilustrações. Mantive o texto no mínimo absoluto, mas busquei adicionar exercícios práticos e espaços para anotações etc.

 

Apresento “Emoções: Eu Tenho Escolha?” -  o livreto que apresenta o modelo por trás de TUDO que eu e minha equipe fazemos, com base na terapia cognitivo-comportamental, produzido de tal maneira que seu filho de 6-7 aninhos pode entender o conceito facinho (com sua ajuda).

 

 

 

Depois desses dois, percebi uma outra necessidade no meu público: altos níveis de ansiedade. Como especialista em TCC, eu sabia trabalhar isso dentro dos meus processos particulares e treinamentos com eficácia e resultados duradouros. Até então – tudo bem. Mas logo, meus clientes  começaram a pedir algo para passar para seus amigos e familiares.

 

Mais uma vez eu me encontrei sem recomendações sólidas em português. Então, o que eu resolvi fazer? Criar algo eu mesma, é claro ;)

 

Agora, temos o Manual de autoajuda “Vamos Falar Sobre Ansiedade”, produzido no mesmo formato que o primeiro Manual sobre a depressão. Hoje, os Manuais podem ser adquiridos em formato digital e físico, enquanto “Emoções” continua e sempre permanecerá somente no formato físico.

 

 

Com esses três produtos, tenho uma base sólida para quem gostaria de conhecer materiais de autoajuda que são sérios, profundos e que trazem resultados.

Gostaria de pedir o seu? É só entrar em CONTATO!

E para facilitar, já vou listar aqui os valores:

Manuais R$15 cada

"Emoções" R$20

Frete para o Brasil: R$9

 

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